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quarta-feira, 16 de junho de 2010

Hospital Universitário de Londrina passa por super lotação novamente.

O Hospital Universitário de Londrina, passa novamente por uma crise de superlotação.

Humm, mas o Secretário da Saúde, Carlos Moreira Junior, não visitou(ler aqui) os Hospitais recém semi re-inaugurados Zona Norte e Zona Sul de londrina e declarou a seguinte frase:

“Estou muito satisfeito com o atendimento destes dois hospitais. Foi uma grande revolução na saúde de Londrina, pois antes o Zona Norte e o Zona Sul eram vistos como grandes postos de saúde e agora eles estão estruturados”

O HU de Londrina não deveria estar desafogado em seu atendimento? Ou foram apenas manobras política os fatos ocorridos?

Nem dá mais para contar as vezes que o HU deixou de aceitar pacientes, do jeito que está a saúde publica em Londrina, será melhor a população pensar em se mudar de cidade e deixar o Reino da pequena Londres vazio.

Médicos latino-americanos discutem, no Brasil, as doenças do fígado.


Pela terceira vez, o Congresso da Associação Latino-Americana para o Estudo do Fígado - ALEH ocorre no Brasil e pela primeira, no Rio Grande do Sul.

A 21ª edição do Congresso da ALEH será realizada, de 12 a 14 de agosto, no Centro de Eventos São José, do Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre.
Os presidentes da Associação e do evento, respectivamente Dr. Ângelo Alves de Matos e Dr. Paulo Roberto Lerias de Almeida, mais a comissão científica reuniram-se, semanalmente, durante dois anos, para garantir uma programação atualizada, completa e que permita aos congressistas participar de todas as atividades.  
Faz parte da grade de estudos o curso de pós-graduação sobre Carcinoma Hepatocelular. Com temática abrangente, inclui duas conferências internacionais: Screening e diagnóstico precoce / Perspectivas futuras no CHC.
Além do estudo aprofundado dessa doença, ganham destaque discussões sobre tratamentos de hepatite b, hepatite c, cirrose, síndrome hepatorrenal, hepatite alcoólica e doença hepática gordurosa não alcoólica.
Compõem o plano de trabalho debates sobre as novas drogas e os efeitos de agentes farmacológicos como tenofovir, lamivudina, adefovir e interferon, entre outros. 
     Os temas científicos atraem congressistas dos quatro cantos do mundo. Aos renomados  palestrantes latino-americanos soma-se um quadro célebre vindo da Europa e dos Estados Unidos:

Arun J. Sanyal (USA) – Professor do Departamento de Hepatologia da Universidade de Vírgina.
Dominic Yu (UK)– Radiologista e intervencionista, especialista em quimioterapia transarterial hepática e embolização.

Justin Nguyen (USA)   Professor de Cirurgia na Faculdade de Medicina Mayo – Rochester.

Hashem B. El-Serag (USA) - Chefe de Gastroenterologia e Hepatologia da Faculdade de Medicina Baylor – Houston.
 Heiner Wedemeyer (Alemanha) - Secretário-geral da Associação Europeia para Estudos do Fígado (EASL).
Jaime Aranda-Michel (USA) – Médico do Departamento de Gastroenterologia e Hepatologia da Clínica Mayo – Flórida.
Jordi Bruix (Espanha) -  Professor  de Medicina da Universidade de Barcelona.
Justin Nguyen (USA) – Cirurgião especialista em transplantes hepáticos – Flórida.
Nelson Fausto (USA) -  Diretor do Departamento de Fisiologia da Universidade Washington.
Riccardo Lencioni (Itália) - Professor de Radiologia e Diagnóstico por Imagem Universidade de Pisa. Professor Lencioni is an internationally recognized pioneer in Interventional Oncology, who provided major contributions to the development of new techniques for interventional treatment of liver and lung tumors.

 O portal recebe inscrições:  http://www.abev.com.br/aleh/?page=programa

       Fone de contato: (51) 30612957 
       Porto Alegre - RS 

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Criador e Criaturas

Por: Wilmar Marçal - A população do Paraná, sobretudo a do norte, aguarda e confia no trabalho da Polícia Federal que, em conjunto com a Receita Federal e Controladoria-Geral da União investigam o Centro Integrado de Apoio Profissional (Ciap) , sediado em Londrina, e os desdobramentos de desvios vultosos de recursos públicos.

A atuação batizada de "Operação Parceria" mais uma vez demonstra que a corrupção no País é diretamente proporcional ao caos da saúde pública. Muito embora hajam recursos advindos do Ministério do Trabalho e Emprego, a parte estratégica do desvio está relacionada aos convênios firmados com o
Ministério da Saúde.

Esta é a razão pela qual "esses ladrões" não querem que o País tenha qualidade de serviços na saúde pública. É um ritual anual de caracterizar a necessidade para depois desviar o dinheiro.
Enquanto houver caos, sempre haverá lobistas em Brasília abocanhando o recurso com a desculpa de investir na saúde. Esta tônica tem sido assim há vários anos e o sistema está cada vez pior.
O desvio, roubo, ou seja lá o nome que se dê a essa safadeza, retrata a ganância dos maus gestores para com o dinheiro público e demonstra que o esquema é bem elaborado na penumbra dos gabinetes.
Ainda permanecem sem resposta quem são os mentores intelectuais da liberação do recurso lá de Brasília. Quem é o criador do esquema? Quem são as criaturas coparticipantes? Por que se permitiu que se descredenciasse o Programa Saúde da Família na Santa Casa de Londrina e outros hospitais sérios e o transferisse para o Ciap? Quem explica o excessivo aumento dos valores pagos aos procedimentos imediatamente após o programa passar a ser executado pelo Ciap?
Alegam os hipócritas que a lei é muito burocrática e que processos licitatórios são demorados. Alegam ainda que, se não for com agilidade de aquisição, mortes poderão ocorrer no sistema público de saúde.
Assim, com essa retórica mentirosa e pouco convincente, vão perpetuando o esquema do roubo. Ora, a lei existe exatamente para evitar esse tipo de pessoa administrando o dinheiro público.
Disfarçar a agilidade de ação e melhorar o fluxo de serviços através de entidades como o Ciap significa o falso discurso do "salvar vidas", expressão repetida por muitos políticos, sobretudo em campanhas eleitorais.
Passam-se os anos, injetam-se mais recursos e os problemas só aumentam em proporções geométricas. É assim mesmo que os "vampiros" gostam de atuar. Quanto mais problemas na saúde, maior a probabilidade do desvio e do roubo.

A pergunta que não pode calar: quem é o criador? Quem são as criaturas? De que gabinete saiu o pedido e a respectiva liberação? Quem são os parlamentares envolvidos nessa "causa humanitária"? Será que realmente teremos respostas e nomes, ou mais uma vez vamos assistir à velha desculpa parafraseada por alguns: "eu não sabia" ou "eu não sei de nada", ou ainda "eu só falo em juízo"? Esta situação vergonhosa precisa ser vigilantemente observada e informada pela imprensa, para que se evite que mais pessoas continuem morrendo pela mirabolante estratégia do mal, criada pelos "demônios" que se dizem representantes do povo e, lamentavelmente, são sempre reeleitos.


Wilmar Marçal / Professor universitário e ex-reitor da Universidade Estadual de Londrina (UEL) -Pr / Brasil
contato: e-mail - wilmar_pr2010@hotmail.com

(Texto replicado do Jornal O Farol)

domingo, 13 de junho de 2010

Necessidade de urgentes ações que protejam aos doentes de hepatite

Pedro Santamaría *

Talvez seja com muita simplicidade e facilidade que se fala de que as hepatites B e C são doenças assintomáticas. Isto, quando junto à total inexistência de informação leva a percepção amplamente generalizada que as hepatites B e C são doenças benignas e sem importância, dando a impressão que todos os infectados podem levar uma vida perfeitamente normal, sem sintomas, sem restrições de nenhum tipo e, portanto, sem padecer de complicações por culpa da hepatite.

Tal colocação não pode ser aceita como justificativa quando se pergunta aos diferentes órgãos competentes pela falta de programas e ações de informação e alerta sobre as hepatites. Falando mais claro e direto... é inconcebível, lamentável, além de irresponsável, que uma grande percentagem de infectados com as hepatites B e C estejam abandonados a sua própria sorte pelos gestores governamentais que devem cuidar das hepatites. Igualmente não se pode justificar em que "o que não se vê, não se ouve, não se apalpa, não se queixa…, não exista" e por isso não é motivo de preocupação nem de atenção, portanto nada de difusão, diagnóstico ou tratamento. Não pode o gestor pensar que e conveniente ignorar o que na aparência não existe, para não iniciar e implementar ações.

Mas a crua realidade é muito diferente e embora em ocasiões as hepatites sejam assintomáticas e silenciosas, não deveriam silenciar-se. Mas cedo ou mais tarde se manifestam e muitas vezes de que maneira!... Para quem vivencia o problema somos conscientes de que a situação é muito mais preocupante, real e progressiva e, por isso, não conseguimos entender que o que não se vê, não exista: sabemos que as hepatites B e C, embora queiram lhes subtrair importância com o de "assintomáticas" vão atuando com menor ou maior progressão (por isso que não se pode dizer que está adormecida), que irrompem e incidem na vida de quem as padece e que de uma ou outra maneira deixam sua marca. É que dizer dos doentes que desenvolvem uma cirrose, um câncer hepático, descompensação de funções, necessitam um transplante hepático ou falecem.

Esta realidade oculta das hepatites precisa de uma mudança radical de atitude por parte dos infectados, de uma nova visão, vontade, compromisso e fundamentalmente deixar de ser ignorados como doentes e devem passar a atuar, promover ações e fundamentalmente exigir que sejam implementadas pelos responsáveis da saúde pública. Já basta de continuar aceitando esta pasmosa e irracional passividade com a que está sendo ocultada uma das maiores epidemias atuais!

Foi recentemente publicado na revista Hepatology um interessante trabalho no qual se estudou a vários indivíduos com hepatite C e seu rendimento no trabalho. O estudo procura neste caso, comparar os dias de trabalho perdidos, produtividade, custo econômico…, entre empregados com hepatite C e empregados sem hepatite C nos Estados Unidos. Para isso, foram utilizados os registros do banco de dados "Human Capital Management Services Research Reference Database" tendo como referência a demografia, salários, gastos em saúde, faltas, etc.

Realizou-se com um total de 339.456 prontuários clínicos, onde estavam incluídos 1.664 empregados com hepatite C diagnosticada. O resultado mostra que os empregados infectados com hepatite C apresentam um índice de 4,15 vezes maior de dias não trabalhados que os empregados sem hepatite C. Por exemplo, se um empregado sem hepatite C falta 2 dias ao ano, um empregado com hepatite C falta mais de 8 dias por ano, bem seja por motivo das consultas médicas ou como conseqüências da doença. A produtividade de um doente de hepatite C resultou ser 7,5% menor que a dos empregados sem hepatite C.

Os gastos por saúde (nos Estados Unidos são de responsabilidade da empresa) com os empregados afetados de hepatite C foram significativamente mais elevados que com os empregados sem hepatite C.

A conclusão que podemos tirar, é que a um doente com hepatite C (além de muitos outros inumeráveis condicionantes pessoais) terá mais dificuldades, restrições e vulnerabilidades na hora de conseguir emprego, de ser promovido na empresa, além do considerável aumento do risco de ser demitido pelo mencionado aumento de faltas em seu trabalho, menor produtividade, etc. É certo que são dados que podem vulnerar os direitos a a privacidade como indivíduo e aumentar a discriminação, mas tampouco podemos ser tão incautos, pensando que jamais chegarão a ser aplicadas tais restrições aos infectados com hepatites, com certeza que se tomam diferentes decisões valendo-se destes dados. São os responsáveis pela saúde pública os que têm o dever e a obrigação de promover leis e normas que rebatam esta realidade e evitar a discriminação e o estigma dos doentes de hepatite.

O Grupo Otimismo, em defesa dos infectados, difunde, denuncia e reivindica todas estas problemáticas. A ASSCAT "Associació Catalana de Malalts d'Hepatitis de Catalunya" une-se a esta defesa em todos seus aspectos.

Os dados citados foram extraídos do estudo "The impact of hepatite C vírus infection on work´absence, productivity, and healthcare benefit cost" de autoria de Seu Jun, Richard A. Brook, Nathan L.Kleinman, Patricia Corey-Lisle, publicado Online na revista Hepatology em 19 de abril de 2010 -DOI: 10.1002/hep.23726.

* Texto do Pedro Santamaría, colaborador da ASSCAT. Adaptado do artigo "Motivos da necessidade de leis que protejam os infectados pela hepatite" escrito por Carlos Varaldo - Grupo Otimismo em 31/05/2010

Tradução: Carlos Varaldo
Grupo Otimismo

Competência e a Incompetencia dos Profissionais de Saúde

Hoje quero escrever sobre o SUS – Sistema Único de Saúde Publica no Brasil, algum tempo atrás andaram tentando eleger o SUS como patrimônio da humanidade. A principio eu achei uma ótima idéia para garantirmos o direito dos cidadãos que pagam seus impostos cruelmente. Cruel? Sim, pois nossa carga tributária é uma das maiores do mundo se não for a maior. Entretanto, a idéia a meu ver cai por terra quando o Estado oferece algum tipo de serviço aos seus cidadãos. Pois nada é gratuito nesse país dos impostos cruéis e corrupção deslavada.
Por tudo, e pelos princípios de igualdade e equidade, é necessário que o cidadão comum; o carpinteiro, o desempregado, o cidadão no limite da miséria, até abaixo ou acima dela, saibam que todos possuem o mesmo direito de utilizar os serviços do SUS e serem tratados como seres humanos, sem diferença alguma.

Mas não é isso que estamos vendo e vivendo na maior parte do Brasil. Há conflitos de interesses nas indicações de cargos de chefia, politicagem pura. Há falta de humanização nos atendimentos por funcionários mal capacitados e de má índole, sem comprometimento com o ser humano.
Há também os casos dos funcionários concursados, que querem garantir a estabilidade no emprego ofertada pelos poderes públicos do Brasil, mesmo sendo péssimo profissional de saúde. E há também de se falar que sobre a falta do cumprimento da carga horária com anuência das chefias que fazem o mesmo. Em Londrina, por exemplo, no período da tarde nenhum órgão da saúde pública funciona corretamente. E pelo que tenho visto em Curitiba também é igual.

Falo por Londrina e Curitiba, mas acredito que no restante do estado do Paraná não esteja muito diferente. Falo daqui porque é onde eu e os portadores de Hepatites Virais utilizamos o atendimento do SUS. Invariavelmente não há médicos para o atendimento nos postos de saúde e quando há o médico pode simplesmente desmarcar as consultas que são agendadas com meses de antecedência e na hora H, o médico simplesmente não vai trabalhar e você é obrigada a ficar doente em casa. E aí aparecem as receitinhas caseiras que só agravam os casos de saúde.


Tenho diversos casos alarmantes de diagnóstico errados, vou citar apenas três graves:

O primeiro é de uma moça que se infectou com HIV em 2009 e como não é profissional do sexo, tão pouco homossexual os chamados “grupos de risco”, essa teve diagnóstico de Dengue, foi tratada com medicações contra dengue. E não morreu porque seus anticorpos reagiram, apesar do diagnóstico, atendimento e medicações erradas.
Se ela foi notificada, será que ela foi notificada como Dengue ou HIV+?

Outro caso bastante conhecido, foi o de um rapaz em Maringá, agora em 2010, que estava com dengue e foi diagnosticado com a gripe A H1N1 e acabou por falecer porque foi medicado errado também. Como será que ele foi notificado e será que foi notificado o caso? Ou em seu obituário consta mortes por causa desconhecida?

Meu caso de hepatite C, levei mais de 30 anos para ser diagnosticada, mesmo fazendo check-ups regulares e com reclamações como sensação de febres, cansaço, fadiga e dores no hipocôndrio direito. Fui diagnosticada apenas quando já apresentava sérias hemorragias, fadiga crônica, e as dores agora eram no hipocôndrio esquerdo, aranhas vasculares, eritema palmares, sintomas claros da cirrose hepática, levaram mais de 30 anos para me diagnosticar corretamente. O que me levou para a Fila de Transplantes Hepático. Estou nela aguardando... Estou esperando sentada, vamos ver o que irá acontecer.

Além da falta de médicos, os médicos que ainda atendem, chegam no seu consultório, mandam os pacientes formarem um fila e em meia hora atendem todos os pacientes que ali esperam ansiosos pela ajuda médica, e com base no achômetro. Mal atendem esses pacientes e vão embora, abandonando sua função sem cumprir a carga horária para qual foi contratado.

Outro ponto interessante: não sei se é preguiça de pedir exames, e ter que atender novamente o mesmo doente, ou se são instruídos a não pedirem os exames para economia das verbas municipais e estaduais que não destinam os 12% do orçamento que deveriam ser destinados a área de Saúde Publica. Os médicos do SUS não prescrevem exames o que leva as situações como demonstradas acima, o caso da moça do HIV+ e o rapaz que pagou com sua própria vida por falta de um simples exame.

Chegamos ao cúmulo do absurdo de funcionários do SUS colocarem a culpa no paciente, fácil não é? Qual dos dois é pago e treinado? O paciente ou o funcionário que deveria saber lidar com as situações? Afinal o funcionário é capacitado ou pelo menos deveria sê-lo, pois viaja a custas do erário público para cursos e mais cursos para tais capacitações. Ou será que eles aproveitam para conhecer a cidades e deixam o curso de capacitação de lado, vai saber o comportamento de cada um deles não é?

Fica aqui minha indignação ao que se chama SUS - Sistema Unico de Saúde, e por isso não defendo mais o SUS, e até que me provem o contrário, sou a favor de diminuírem a carga tributária e privatizar toda a saúde publica no país e mandar os funcionários plantar café para sentirem a dor que nós doentes sentimos e aprenderem o que é trabalhar pesado.

Vejo o ICL – Instituto do Câncer de Londrina, Instituição filantrópica que salva vidas até de estrangeiros, funcionando apenas pela iniciativa privada e atende gratuitamente os pacientes, se o paciente tem plano de saúde é atendido e se não tem é atendido do mesmo jeito. Hoje essa instituição é sustentada porque mostraram a sociedade que são competentes, são pessoas com boa vontade e acima de tudo com amor ao próximo.

Esse sim é um hospital que merece ser chamado de sistema de saúde.

Telma Alcazar
Coordenadora do Grupo Meglon

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Portal Educação

Cursos de Hepatite para Médicos.




Entrevista na CBN Blumenau/SC

Blumenau - Notícias na Manhã - 12 de Junho

Membros da Diretoria do Grupo Hércules SC participarão neste Sábado 12 de Junho de 2010 às 09:30h do Programa Notícias na Manhã com Celso Ferreira na Rádio CBN Blumenau - 820 AM.

O Presidente do Grupo, Fernando Cezar P Santos, a Coordenadora de Hepatites Virais, Anna MGH Schmitt e uma das mais novas filiadas à Coordenadoria de Doações (de Órgãos e Tecidos) e Transplantes de Fígado, Olga Marcondes, debaterão as Hepatites B e C que são causa de mais de 70% dos Transplantes de Fígado. Este procedimento, em que Blumenau é referência Nacional através do Hospital Santa Isabel, também estará na Pauta.




O programa também poderá ser acompanhado no site http://www.cbnblumenau.com/ 

(Texto replicado do Blog do Grupo Hercules Tranplantes, vamos divulgar galera!)


Hepatite C, Sem Medo

Filme do Animando C foi classificado em terceiro lugar no Concurso de vídeo Um Minutinho do Ministério da Saúde para o Congresso Brasileiro de Prevenção 2010. O filme foi realizado por uma portadora de Hepatite C que teve a coragem de se mostrar como exemplo e divulgar a patologia.
Esta conquista facilita a replicação do filme e das informações nele contidas.

Parabéns!

(Texto replicado do Blog do Grupo Hercules Transplantes.)

O Grupo Meglon tb parabeniza a Ana pelo belo trabalho! Continue firme com nosso apoio.
Cirrose hepática - doença silenciosa ou não investigada na prática clinica no Brasil?

Uma proposta, análise e Reflexão em especial ao Ministério da Saúde do Brasil

Não quero falar de outros silêncio da cirrose hepática em outros países- não trabalhei por lá, porém posso imaginar dificuldades nesta área.. Sou Enfermeira Sanitarista, trabalhei no SUS durante 35 anos...Tive filhos no Amapá, numa época que nem se falava de Hepatite C, quanto mais de Cirrose Hepática, doença sempre sendo considerada evento de pessoas ligadas ao uso de alcoolismo.. Na prática da Saúde Pública rotineira mente vimos eventos como Hanseniase não serem diagnosticados no sistema em relação a situação neurológica, que se manteve invísivel anos, pois a suposição do diagnóstico sempre esteve mais centrado no aspecto dermatológico o evento ficou sendo sempre considerado diagnóstico muito mais baseado no aspecto dermatológico.

Com a Municipalização da Saúde, descentralização das ações, busca de suspeitos dermato-neurológicos, esta questão começou a ser reavaliada pelo Programa Nacional, e apoiado por normas da OMS, pois muitos pacientes tinham a a forma neurológica , e durante anos, não sendo valorizada ou pelo menos associada a questão da Hanseniase. Nos últimos 7 anos trabalhei com Hanseníase, e o nosso maior desafio foi capacitar e sensibiizar as Equipes de Saúde da Familia, que sinais e sintomas neurológicos numa área endêmica de Hanseniase podem sugerir Hanseníase e até que os suspeitos sejam realmente avaliados, devem ser encaminhados para descartar a doença.

Assim parece que acontece com a Cirrose Hepática. Nesta última semana, após o diagnóstico de portadora crônica de Hepatite C, provavelmente adquirida nas transfusões no periodo gestacional e pós-parto na década de 70, comecei a ler vários portais Temáticos e Cientificos sobre a Cirrose Hepática, já que esta parece ser é a maior complicação dos que tiveram ou terão Hepatite C - crônica se não percebidos precocemente.E novamente tudo silencioso demais ou um Sistema de Saúde realmente'silencioso " em colocar na prática clínica avaliações de muitos tipos de pacientes que estão mais sujeitos a terem a doença, como gestantes que tomaram transfusão no passado, portadores de alcoolismo., drogadição, ou ficou sendo "silenciosa", 'invisível" por parte do próprios sistema?.A gente conhece a correria das consultas ..olha-se o paciente de maneira pontual, não se faz uma anamnese com,p´leta na maioria das vezes, não se vê o paciente integralmente, sua vida, sua historia, sua origem cultural, geográfica., como era feita no passado, quando o clinico as vezes o único médico do Município perguntava muitas coisas, além do que conhecia bastante a população.

Hoje você vai num sistema seja do SUS, privado, conveniado, falo de uma queixa ou sintoma e olha que é dificl ligar aquela queixa com outra observação...
Se o paciente é informado e o médico é altamente sensivel e tem visão integral, provoca a busca de outras avaliaçõe.Como Enfermeira sempre lembrei nas consultas onde eu morava, se era era aérea endêmica de Chagas e Esquistossomíase.... Mas até como Enfermeira, me esqueci que tomei duas transfusões de sangue há 36 anos atrás. E alguém por acaso perguntou? Passei anos com caimbras, pequenos sangramentos na pele, trabalhei feito uma desvairada nos Programas de AIDS e Hepatites, onde percebemos uma grande preocupação com a Hepatite B, mas se é a C a causadora de tão grave dano, porque não se torna esta investigação dos prováveis sintomas numa prática clinica, inclusive na saúde do trabalhador de Saúde Pública..Afinal de contas caminhar para transplantes, é bom afinal de contas para quem? Bem quero então sugerir ao Ministério da Saúde, as Associações Médicas, que normatizem na investigação médica rotineira, durante o primeiro atendimento a saude de qualquer pessoas, não somente perguntas referentes a investigação de diabete , ou de hipertensão, mas incluam dados que possam sugerir que esta pessoa tem risco de fazer cirrose hepática ou esteja com Hepatite C- a famosa Hepatite silenciosa... Que o Ministério da Saúde também normatize dentro do Programa de Saúde do Trabalhador esta investigação, pois os documentos afirmam :doença de maior risco para gestantes transfusionadas, qualquer pessoa que tomou sangue antes de tal ano, usuários de drogas injetáveis e trabalhadores de Saúde .Devemos tornar esta investigação pelo menos não silenciosa...

Se estamos num país onde a Saúde Materna, ainda é muito frágil a nivel de Política Municipais de Saude em relação a investigação do passado de transfusão das gestantes(antes do aparecimento da AIDS- quando começou uma nova maneira de trabalho, inclusive proteção em vários procedimentos), onde o alcoolismo é o maior problema de Saúde Pública, embora não seja reconhecido como tal,onde o uso de drogas injetáveis é grande,a Vigilância e Investigação de pessoas e monitoramento clinico deveria ser assegurados, já que podem posteriormente fazer danos hepáticos severos, deveriam ser realmente valorizados, já que a Terceirização da Saúde - com Transplantes demanda muito custo e poderia ser minimizada. embora não seja classificado como tal.A mim neste momento , torno-me uma Voluntária como doente/profissional de saúde pública, educando a sociedade e promovendo a discussão a nivel de cidadania da saúde., nos espaços do SUS.

Hepatite C é uma doença que exige muitas outras condições para se manter uma melhor condição da situação hepática, pois em relação a uma alimentação menos agressiva ao fígado já lesado, poucos pacientes podem ter uma dieta diferenciada..Não está na hora de da´mais uporte aos pacientes de Hepatie C crônica, e não paenas os aspectos médicos.

Ontem falando com uma paciente arumo ao transplante, fiquei boquiaberta, quando me informou que numa atividade educativo publica, uma cidadã veio manifestar seu preconceito de que Mulher que tem Hepatite C; é prostituta( tudo errado, inadequado, abusivo preconceituoso, estigamitzante e altamente violador).

Durante anos trabalhei com doenças estigmatizantes como a AIDS e a Hanseniase, agora espero poder ajudar a cidadania em relação a este agravo.E a sociedade precisa ter mais conhecimento sobre tudo isto.

Sõnia Maria Góes Sha - enfermeira Sanitarista, Obstétrica aposentada há um ano e meio , mas atuando como voluntária a gora na área de Educação e Cidadania na Saúde.Meu -email é :sonia.pfeliz@gmail.com , a disposição de qualquer pessoa interessada em colaborar com esta visão...
Curiosidade: Começa a ser decifrado o enigma da cura espontânea da AIDS e da hepatite C





Aproximadamente 15% das pessoas que se infectam com os vírus da AIDS ou da hepatite C conseguem de forma espontânea eliminar a doença nos seis primeiros meses após a infecção. Muitos cientistas procuram descobrir o que diferente possuem essas pessoas, quais proteínas ou mecanismo de seu sistema imunológico faz delas seres praticamente diferentes da maioria dos seres humanos.



Uma equipe de pesquisadores do Hospital Geral de Massachusetts, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts - MIT e da Universidade de Harvard, reunidos no do Instituto Ragon, acredita ter chegado a compreender o mecanismo pelo qual alguns indivíduos conseguem eliminar o vírus de seu organismo, conforme publicado pela Revista Nature de 5 de maio último.



Eles encontraram que os indivíduos que conseguiam se livrar dos vírus da AIDS e da hepatite C possuem um gen chamado de HLA B57. Um gen é um segmento de ADN (o ARN no caso de alguns vírus) que indica ao organismo como produzir uma proteína especifica, sendo estimado que existam até 30.000 genes em cada célula do corpo humano, o que dificulta a investigação cientifica.



Os pesquisadores do Instituto Ragon encontraram que o gen HLA B57 induze o organismo a produzir células T mais potentes, especificas para combater o vírus invasor. As células T, chamadas de células assassinas, são geradas pelo sistema imunológico para combater invasores, como vírus e bactérias. Os pacientes com o gen HLA B57 conseguem produzir um número maior de células T, as quais combatem as proteínas que os vírus necessitam para sua reprodução, eliminando dessa forma o invasor e conseguindo a cura da doença ainda na fase aguda, imediatamente após a infecção.



O descobrimento parece ser um dos maiores acontecimentos científicos, mas esbarra no problema que o gen HLA B57 também faz com que o individuo fique susceptível a desenvolver doenças auto-imunes. Doenças auto-imunes são produzidas pelo sistema imunológico, quando o organismo passa a reconhecer como um invasor um órgão do próprio organismo, enviando células T para destruí-lo.



Sem ser um pesquisador tomo o atrevimento de fazer aqui uma observação pessoal, introduzindo a forma como o interferon atua no organismo, pois pode conseguir o mesmo beneficio do gen HLA B57 eliminando o vírus do organismo, deixando o paciente curado da hepatite C, mas também possui o mesmo perigo de causar ou “despertar” doenças auto-imunes, deixando o paciente com mais um problema, tal vez muito mais complicado de tratar, motivo pelo qual os pacientes devem ser criteriosamente selecionados antes de utilizarem o interferon.



O interferon e uma proteína produzida pelo próprio organismo ativando as células T para combater vírus invasores, tal qual foi colocado pelos autores do Instituto Ragon neste estudo em relação à ação positiva e negativa do gen HLA B57.



É amplamente conhecido que o tratamento da hepatite C utilizando o interferon provoca em um número significativo de pacientes o provável aparecimento de doenças, em geral as auto-imunes entre as quais podemos citar as doenças da tiróide, lúpus, psoríase, diabetes tipo 2, alterações no sistema nervoso central (depressão, irritabilidade, falta de concentração, perda de memória), distúrbio metabólico, hepatite auto-imune, síndrome de Sjogrens, síndrome do túnel do carpo, entre muitas outras.



É interessante o estudo publicado na Revista Nature, pois alerta com total propriedade que antes de se colocar um interferon no mercado, antes de ser autorizado seu uso pelas autoridades de saúde, deve ser obrigatório realizar exaustivos estudos clínicos, começando em animais e finalizando com as características três fases das pesquisas em seres humanos que são geralmente exigidas.



Querer registrar um produto como o interferon por uma simples via da comparabilidade ou por estudos de não-inferioridade poderá causar sérios danos, muitos irreversíveis, aos pacientes que utilizem tais produtos, não testados exaustivamente.



Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:

Effects of thymic selection of the T-cell repertoire on HLA class I-associated control of HIV infection - Andrej Kosmrlj, Elizabeth Read, Ying Qi, Todd Allen, Marcus Altfeld, Steven Deeks, Florencia Pereyra, Mary Carrington, Bruce Walker and Arup Chakraborty - Nature advance online publication 5 May 2010 | doi:10.1038/nature08997; Received 13 October 2009; Accepted 11 March 2010; Published online 5 May 2010



Carlos Varaldo
Grupo Otimismo
hepato@hepato.com
www.hepato.com

terça-feira, 8 de junho de 2010

Espaço destinado para os portadores de Hepatite e amigos do MegLon escreverem temas livres.

Poesia da nossa querida Bethynha a sonhadora


Há nesse mundo, tanta gente que te ignora
entretanto, Deus te conhece.

Muitos só te desejas o mal,
Deus porém, te dá a saude.

Existem pessoas que não te aprovam,
mas Deus te abençoa sempre.

Há aqueles que te joga pedras
Deus no entanto te dá flores

Há os que te fazem cair em tentação
Deus porém, sabe o quanto vc resistirá.

Muitos te abandonarão
Entretanto, Deus te acolhe

Há aqueles que te prejudicará
mas Deus te aumentará os recursos.

Surgirá os que te fazem chorar
Deus porém te consola

Há aqueles que vão te ferir
No entanto, Deus te restaura


Seja qual for a sua dificuldade
entrega tudo a Deus
Deus é em ti hoje e para sempre.

Bethynha a sonhadora

domingo, 6 de junho de 2010

Revista CBN
Especialista fala sobre o contágio e o tratamento da Hepatite C


Entrevista com Evaldo Stanislau Affonso de Araújo, infectologista do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP



Caso não consiga ouvir, acesse o site original:
http://cbn.globoradio.globo.com/programas/revista-cbn/2009/08/30/ESPECIALISTA-FALA-SOBRE-O-CONTAGIO-E-O-TRATAMENTO-DA-HEPATITE-C.htm

Fonte:CBN - a Radio que toca Noticias.

Imunizações Gratuitas

PACIENTES COM DOENÇAS HEPÁTICAS (Qualquer que seja) TEM INDICAÇÃO DE APLICAR AS SEGUINTES VACINAS (Gratuitamente):


- Vacina contra hepatite A (HA).

- Vacina contra hepatite B (HB).

- Vacina contra influenza (Gripe) (INF).

- Vacina pneumocócica conjugada (Pnc7) 0 Para crianças de 2 até 59 meses de idade.

- Vacina pneumocócica polissacarídica 23 valente (Pn23) - Crianças com mais de cinco anos e todos os adultos.


PACIENTES TRANSPLANTADOS TEM INDICAÇÃO DE APLICAR AS SEGUINTES VACINAS (Gratuitamente):


- Vacina contra hepatite A (HA) - Candidatos a transplantes de órgão sólido, cadastrados em programas de transplante. Transplantados de órgão sólido ou de medula óssea.

- Vacina contra hepatite B (HB) - Transplantados de órgão sólidos e medula óssea.

- Vacina contra influenza (Gripe) (INF) - Transplantados de órgão sólidos e medula óssea.

- Vacina pneumocócica conjugada (Pnc7) 0 Para crianças de 2 até 59 meses de idade que foram submetidas a transplante de órgãos sólidos e medula óssea.

- Vacina pneumocócica polissacarídica 23 valente (Pn23) - Crianças com mais de cinco anos que foram submetidas a transplante de órgãos sólidos e medula óssea.

- Vacina inativada contra poliomielite (VIP) - Pessoas submetidas a transplante de órgãos sólidos e medula óssea.

- Vacina contra Haemophilus influenzae do tipo B conjugada (Hib) - Transplantados de medula óssea de qualquer idade.

- Vacina contra varicela (VZ) pré-exposição - Candidatos a transplantes de órgão, suscetíveis a doença, até pelo menos 3 semanas antes do ato cirúrgico, desde que não estejam imunodeprimidos. Receptores de transplante de medula óssea: uso restrito, sob forma de protocolo, para pacientes transplantados há 24 meses ou mais.


CASOS ESPECÍFICOS:


Tem indicação para receber a vacina contra a hepatite B (HB) indivíduos de qualquer idade incluídos nos seguintes grupos:

- Vitimas de abuso sexual.
- Vitimas de acidentes com material biológico positivo ou fortemente suspeito de infecção pelo vírus da hepatite B.
- Doadores de sangue.
- Potenciais receptores de múltiplas transfusões de sangue ou politransfundidos.
- Indivíduos de convívio familiar com portadores de hepatite B.

Caso voce encontre problemas para ser vacinado, nós te ajudaremos, basta nos procurar.

Onde fazer seus exames gratuitos Hepatites Virais

A Hepatite C, Hepatite B e Hepatite A

PARANÁ

Apucarana
CONSÓRCIO INTERMUNICIPAL DE SAÚDE - SIS
RUA OSÓRIO RIBAS DE PAULA, 435CENTRO
CEP: 86800-140
Telefone : 43 423-2535

Cambé
CTA CAMBÉ
RUA PARÁ, 154
CEP: 86181-240
Telefone : 43 254-1785

Cascavel
CEDIP - CENTRO ESPECIALIZADO DE DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS
AVENIDA TANCREDO NEVES, 2433JD. PIONEIROS CATARINENSES
CEP: 85805-000
Telefone : 45 327-2575

Cornélio Procópio
CONSÓRCIO INTERMUNICIPAL DE SAÚDE DO NORTE DO PARANÁ
RUA JUSTINO MARQUES BONFIM, 17 -CONJUNTO VITOR DANTAS
CEP: 86300-000
Telefone : 43 524-2388

Curitiba
COAS - CURITIBA
RUA DO ROSÁRIO, 144 - 6 ANDAR
CEP: 80020-110
Telefone : 41 323-3613

Foz do Iguaçu
COAS/SAE - FOZ DO IGUAÇU
AV. PARANÁ, 1525POLO CENTRO
CEP: 85853-720
Telefone : 45 522-6266

Francisco Beltrão
ASSOCIAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE DO SUDOESTE - CTA
RUA NITEROI, S/NALVORADA
CEP: 85601-08
Telefone : 46 523-4244

Guarapuava
COAS - GUARAPUAVA
RUA GETÚLIO VARGAS, 1523CENTRO
CEP: 85010-280
Telefone : 42 723-1662

Ivaiporã
COAS - IVAIPORÃ
RUA PONTA GROSSA, 435CENTRO
CEP: 86870-000
Telefone : 43 472-1788

Londrina
Centro Dr Bruno Pian Casteli Filho - CIDI/COAS
ALAMEDA MANOEL RIBAS, 01 - CENTRO
CEP: 86010-370
Telefone : 43 3324-4829

Maringá
CTA CISAMUSEP - CRS
AV. CIDADE DE LEIRIA, 416
CEP: 87013-280
Telefone : 44 224-1973

Paranaguá
CTA CENTRO MUNICIPAL DE ESPECIALIDADES
RUA JOÃO GUALBERTO, 959CENTRO
CEP: 83203-380
Telefone : 41 423-2391

Paranavai
CONSÓRCIO INTERMUNICIPAL DE SAÚDE - CENTRO REGIONAL DE ESPECIALIDADES
RUA RIO GRANDE DO SUL, 2335CENTRO
CEP: 87703-320
Telefone : 44 423-1823

Pato Branco
FUNDAÇÃO DE SAÚDE DE PATO BRANCO
RUA PARANÁ, 340
CEP: 85500-090
Telefone : 46 225-1448

São José dos Pinhais
CTA/SAE - SÃO JOSÉ DOS PINHAIS
RUA VERÍSSIMO MARQUES, 1350CENTRO
CEP: 83005-410
Telefone : 41 282-4455

Toledo
CTA CONSÓRCIO INTERMUNICIPAL DE SAÚDE - COSTA OESTE DO PARANÁ
RUA XV DE NOVEMBRO, 1287CENTRO
CEP: 85900-200
Telefone : 45 252-3524

sábado, 5 de junho de 2010

Juizados Especiais da Fazenda Pública


A Lei nº 12.153/2009 entrará em vigor no dia 23 de junho de 2010, mas a instalação dos Juizados poderá ocorrer até 23 de junho de 2012, sendo um novo e poderoso instrumento de acesso à saúde. Mais uma vez, ante a falta cronica de atendimento no SUS, o Poder Judiciário se apresenta como voz do paciente, cobrando tanto do Poder Executivo como do Poder Legislativo uma atuação mais eficiente no que se refere ao direito à saúde.

A Lei nº 12.153/2009 de 23 de dezembro de 2009 dispõe sobre a criação dos Juizados Especiais da Fazenda Pública (JEFP), que terão competência para processar e julgar ações contra os Poderes Públicos Estadual, Municipal e do Distrito Federal.

Os Juizados Especiais da Fazenda Pública poderão julgar causas ligadas ao acesso da população às ações e serviços de saúde, podendo obrigar o Poder Público (SUS) no fornecimento de medicamentos, suplementos alimentares, órteses e próteses, criação de vagas de UTIs e de leitos hospitalares, realização de cirurgias e exames, custeio de tratamento fora do domicílio e inclusive no exterior, entre outros.

Os Juizados Especiais da Fazenda Pública facilitarão o exercício da cidadania, sobretudo à parcela mais carente da população. Pacientes do SUS poderão ingressar com ações nos Juizados de forma gratuita e sem a necessidade de contratar advogado. A lei estabelecer que os JEFP são competentes para julgar causas que não ultrapassem o valor de 60 salários mínimos, mas nenhum tipo de ação contra o SUS poderá fugir da alçada dos Juizados Especiais da Fazenda Pública. Os serviços públicos de saúde não podem ser valorados como critério processual, isso porque o acesso ao SUS é inteiramente gratuito.

Ações judiciais relacionadas à saúde não poderão ser restringidas a partir da instalação dos Juizados, uma vez que o direito à saúde está incluído entre os direitos e garantias fundamentais e, portanto, tem aplicação imediata.

Os Juizados Especiais da Fazenda Pública farão parte do Sistema dos Juizados Especiais, que hoje já conta com os seguintes Juizados:

- Juizados Especiais Cíveis - Criados há quase 15 anos e que garantem o acesso à justiça de forma rápida e gratuita para causas cíveis envolvendo particulares com valores limitados a até 40 salários mínimos entre particulares. Estes Juizados podem ser acionados para questionar planos de saúde por recusas de cobertura.

- Juizados Especiais Criminais - Criados junto com o Juizados Especiais Cíveis, possuem competência para julgar processos criminais de menor potencial ofensivo.

- Juizados Especiais Federais - Criados há quase 9 anos, garantem o acesso à justiça em causas contra o Poder Público Federal, valendo destacar as ações de natureza previdenciária, como, por exemplo, concessão de auxílio doença e aposentadoria por invalidez.

- Defensoria Pública - A Defensoria Pública presta assistência judiciária às pessoas com renda familiar inferior a 3 (três) salários mínimos. Os Juizados Especiais da Fazenda Pública irão desafogar a demanda nas Defensorias Públicas. Enquanto os Juizados Especiais da Fazenda Pública não são instalados, a Defensoria Pública continuará sendo a principal via de acesso à justiça para as pessoas carentes em relação ao acesso ao SUS.

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo

Hepatite A

Video Muito interessante que ensina crianças sobre a Hepatite A, parabéns a Professora Karen.


sexta-feira, 4 de junho de 2010

Sônia e sua experiência trabalhando no SUS - Texto 1

A importancia da Educação em Saúde-Implementando a visão maior de Ver a Doença e a Saúde-Reflexão Educação em Saúde, sempre foi e será um dos maiores instrumentos da melhoria da saude dos cidadãos. 

Quanto trabalhava no SUS, sempre incentivava, organizava e mobilizava pessoas, equipes e comunidades com estas ações na área materno-infantil, Hanseniase, Tuberculose,AIDS, Doenças Imuno-Preveníveis, Semanas de Aleitamento Materno.. etc.  Acho que era o que mais gostava de fazer... Repassar conhecimento.

Precisamos fazer mais com certeza.Agora envolvida com a Hepatite C, através de conversas com outros pacientes vejo que há muito o que orientar a população sobre esta Hepatite, confundida com outras Hepatites, tornando-a 'estigmatizante?' por falta de conhecimento, e sem informações sobre o verdadeiro impacto da mesma no processo de cronificação.

Então uma das minhas metas agora, como Enfermeira Sanitarista aposentada e paciente crônica, mas antes de tudo como uma Humanista e Ativista Bahá'i no processo de melhoria da sociedade ,colaborar tanto com a comunidade como com o Sistema de Saude Pública ou Privado ou Conveniado, sobre a importancia da detecção precoce da doença, já que êste silencio pode estar indicando pouca sensibilização por parte de todos.Trabalhei com vários Programas de Saúde Pública e os desafios em tornar as doenças consideradas estigmatizantes(AIDS-Hanseniase-Transtornos Mentais e agora a Hepatite C)), Estas considerações ou impressões errôneas sobre as doenças, impedem o diagnóstico precoce, levam ao auto-isolamento de pacientes e intenso sofrimento.

Cada uma elas tem um conteúdo sócio-cultural religioso forte: AIDS no inicio relacionada vida intima , a má-conduta humana dos individuos que foram pré-julgados , mais do que serem compreendidos,Trabalhei no Programa de AIDS no inicio da epidemia, onde era Coordenadora do Programa a Nivel Local em Foz do Iguaçu-Paraná:ví e assisti os absurdos humanos devido a falta de conhecimento na época, que graças a Deus foram sendo minimizados e no entanto exigindo um avanço jurídico de proteção aos pacientes.; Hanseniase com toda uma abordagem religiosa errônea e total falta de compreensão cientifica sobre a doença, que na época do Cristianismo todos os pacientes com lesões de pele, não eram aceitos como' bons e chamados de leprosos' pela sociedade da época. 

Até hoje precisamos retirar esta compreensão errônea e equivocada, pois o sofrimento imposto, o sentimento de que estava pagando algum pecado acompanhou e ainda mantém alguns efeitos sobre muitos pacientes.., firmando o maior estigma na historia de saúde, onde todos ficaram daquele jeito porque não aceitavam Deus? Sofreram perseguições, julgamentos etc. A historia cultural desta doença está em vários trabalhos cientificos,mas os tempos eram outros e hoje não devemos concordar e permitir que falsos conceitos lesem pacientes ou colaborem na discriminação dos pacientes no atendimento e na vida em sociedade..Nos Treinamentos e Capacitação sempre usamos muitos documentos internacionais( pois o mesa atitude acontece no planeta) na capacitação das Equipes de Saude da Família com objetivo de entender até porque os portadores da doença com lesões graves deformantes e dermatológicas se escondiam eaté hoje ainda se escondem...por causa disto.

Na Saúde Mental, ter um transtorno mental mostra que o indivíduo é: 'uma pessoa fraca, uma vitimada, uma pessoa que não sabe lidar com o sofrimento, conceito de que fez algo mau, é culpado etc.-doente perigoso, não tenha contato, deprimido vai deixar você arrasado, "baixou o espirito" e vai por aí. "Tive transtorno bi-polar(agora com um novo nome, até chique e moderno) mas eu sei o que passei no enfrentamento do mesmo , hoje totalmente curada há mais de 10 anos, mas fiquei meio estigmatizada(?), diferenciada demais, estranha, a alegrinha demais, a que não se mantém legal o tempo todo..É realmente não foi e não é fácil conviver com tudo isto sem a família ser ajudada na compreensão., novamente gerando isolamento, pouca inclusão social prejudicando recuperação de todas as pessoas. 

Agora como doente crônica de Hepatie C já estou me preparando para as próximas abordagens, mas sempre utilizei ,seja como profissional ou como paciente, o espaço e o momento para educar a sociedade. E que Deus me ajude a continuar assim. Pois êste mundo tão fantasiado de beleza, felicidade, não quer nem ver, nem ouvir falar de semelhantes coisas até que elas possam acomete-las se não forem mais informadas.Há doenças que de imediato geram solidariedade, mas as citadas acima sem sempre .....Sou uma Humanista e Espiritualista- vejo que são várias as dimensões que temos que usar para enfrentar doenças crônicas, independentes do nome... ou deste porte. E então grAças a Deus, posso neste momento enfrentar este momento mais equipada integralmente. 

NÃO enxergo de maneira secretária que apenas uma parte do segmento do CONHECIMENTO CIENTÍFICO SEJA CAPAZ de aliviar OS DESAFIOS E SOFRIMENTOS. PODEMOS ESTAR COM ALGUMA DOENÇA MAS Continuarmos COM QUALIDADE DE VIDA INTERIOR, QUE É O MAIS IMPORTANTE. TEM MUITA GENTE, SEM DIFICULDADES FINANCEIRAS, SEM DIFICULDADES DE ALIMENTO E DE HABITAÇÃO,ou salariais mas está fragilizada na qualidade de vida interior .Porém os menos favorecidos materialmente, estão mais expostos a mais sofrimentos e dificuldades.Portanto devemos ter sempre esta visão humana sobre todos e em especial aos que passam mais privações.Por isto faço um avanço na utilização tanto da Medicina tradicional como das outras alternativas científicas-Homeopatia Unicista, Acupuntura, Medicina Chinesa, Florias Nutrição correta, meditação e Oração..

O desafio é como acessar estas alternativas/ Primeiramente valorizá-las e procurar serviços-no SUS onde hoje oferece algumas alternativas, que darão suporte de equilibrio interior e minimizar alguns problemas....

Devemos estar usando-as lado a lado-inclusive com uma visão multi-profissional. .Somos seres holísticos, integrais..e nossa atenção deve ter toda esta amplitude para melhorar nossa qualidade de vida, estejamos com qualquer evento ou dano a saude..

É UMA QUESTÃO DE QUALIDADE DE VIDA INTERIOR. VOCÊ PODE ATÉ UM DANO FÍSICO OU MENTAL, MAS SE SUA VISÃO INTERIOR, SUA CONCEPÇÃO E PROPÓSITO DE VIDA , estiverem mais consolidados podemos nos sairmos melhor de qualquer situação. E devemos então sempre ver a Educação e Informação como um bem que todos individuos devem ter direito ao acesso e ao mesmo tempo dever de buscá-lo. 

Fonte:
Sônia -Voluntária Bahái em Ações de Desenvolvimento e na Área de Educação para a Saude e Cidadania.

A Sônia faz parte do Grupo MegLon e gosta de compartilhar suas experiências via internet. Seus textos são sempre bemvinvos querida Sônia, agracedemos...

ATENÇÃO


GRANDE BRECHÓ!!




Roupas masculinas, femininas e infantis,
calçados, Bazar, e utensílios domésticos




NÃO PERCA ÓTIMOS PREÇOS!!


Dia 11/06/2010 – sexta-feira das 11h às 17h



Rua São Mateus, 815 – Porto Alegre - 3333.4519







VIA VIDA 

http://www.viavida.org.br/


Paulo de Tarso fala sobre o amor e a caridade



Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse Amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. 

E ainda que tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse Amor, nada seria. 

E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tivesse Amor, nada disso me aproveitaria. 

O Amor é paciente, é benigno; o Amor não é invejoso, não trata com leviandade não se ensoberbece não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal, não folga com a injustiça, mas folga com a verdade. 

Tudo tolera tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O Amor nunca falha. Havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos; mas quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado. 

Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. 

Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; mas o maior destes é o Amor.

Ótimo Final de Semana para todos vocês.
Telma - MegLon

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Plantando sementes!


O MegLon - Grupo Margarete Barella de Apoio aos Portadores de Hepatites Virais de Londrina e Região, orgulhosamente apresenta a todos as fotos do Centro de Aplicação Assistida de Interferon, resultado da uma das nossas denuncias junto ao Ministério Público de Londrina. Consideramos um grande avanço, uma vez que não tínhamos condições humanas de atendimento durante o tratamento. Sentimos que ainda precisamos modificar o conceito do tratamento aqui em nossa região, porque muitos profissionais de saúde o consideram um tratamento apenas paliativo, sem resultados. Porém, continuaremos na fiscalização dos atendimentos para que possamos localizar as falhas no tratamento e conseguirmos uma estatística mais otimista com melhores resultados para os pacientes. Acreditamos agora que com o acompanhamento da equipe multidisciplinar, o paciente tenha maior chance de obter a cura, sofra menos os efeitos colaterais e consigamos dar maior conforto aos pacientes. Informamos também que já estamos na terceira reunião do Grupo Bem Viver que funciona dentro do próprio Cismepar montado pelas gestoras locais de saúde tendo como finalidade educar o paciente, estimular a adesão ao tratamento assistido e aceitar melhor a patologia. Os pacientes passam por uma serie de reuniões informativas, uma com a enfermeira responsável pelos atendimentos aos portadores de Hepatites Virais onde são passados ensinamentos básicos sobre a prevenção dentro de casa. Outra reunião com a Psicóloga responsável pelo Grupo, a qual tenta dar condições emocionais para a adesão ao tratamento e aceitação da patologia. E finalmente uma terceira reunião com a Nutricionista responsável pelos atendimentos. Temos ainda uma fisioterapeuta que pretende implantar a acupuntura junto ao tratamento, não sei até onde isso poderá ajudar ou atrapalhar o tratamento, mas se com isso o paciente se sentir mais confiante já será de grande ajuda.

Telma Alcazar
Coordenadora do MegLon Grupo Margarete Barella de Apoio aos Portadores de Hepatites Virais de Londrina e região.
Londrina - Paraná




                               Sala de Espera


 
                           Balcão de Atendimento


 
               Maca para Aplicação e Atendimento


 
                     Freezer que armazena o Interferon


 
            Pia da sala de Aplicações de Interferon

terça-feira, 1 de junho de 2010

Olá a Todos esse é o Blog do MegLon, trabalhamos para ajudar os Paranaenses Portadores de Hepatites Virais.

Hepatite C


Hepatite B


Hepatite A